Preso dono de embarcação que afundou no Amazonas

Foi preso na tarde desta sexta-feira (16), em Manacapuru (AM), um dos donos da embarcação Comandante Sales, que naufragou no Rio Solimões. Pelo menos 48 pessoas morreram no naufrágio. A Marinha informou que a situação do barco era irregular.

A prisão preventiva foi decretada nesta sexta-feira a pedido do delegado do município. Segundo testemunhas, o dono estaria pilotando a embarcação no dia do naufrágio.

No dia do acidente, o barco seguia para Manacapuru após uma festa na localidade de Lago Pesqueiro. Não há confirmação do número de passageiros, pois não havia uma lista oficial. Somados os números de vítimas resgatadas com vida e o de corpos localizados, a Marinha calcula que pelo menos 118 pessoas estavam a bordo, mas o número pode ser maior.

Defesa dos Nardoni pedirá habeas com mérito julgado

O advogado Ricardo Martins, que defende o casal Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá, disse que a defesa só entrará com o pedido de habeas-corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, depois do julgamento do mérito, quando três desembargadores votarão para decidir se o casal continua ou não preso. Antes, os advogados afirmavam que entrariam com o pedido ainda nesta quinta-feira. As informações são do SPTV.

O juiz Caio Canguçu de Almeida será dos um dos magistrados que analisarão o mérito do pedido de prisão preventiva.

Enquanto isso, Alexandre Nardoni continua na Enfermaria do Centro de Detenção Provisória, em Guarulhos, isolados dos outros detentos. Já a madrasta de Isabella, Anna Carolina Jatobá, permanece detida na Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier em Tremembé, no interior de São Paulo.

Isabella Nardoni foi encontrada ferida no dia 29 de março, no jardim do prédio onde moram o pai, Alexandre Nardoni, e a madrasta, Anna Carolina Trotta Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.

Fonte: Terra

Presa mulher que levava cocaína junto ao corpo do filho de 3 anos

Cinco pessoas foram presas por tráfico de drogas, nesta quinta-feira (15), em dois ônibus que circulavam na BR-386 . Os veículos seguiam em direção a Porto Alegre e foram abordados durante uma fiscalização conjunta da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal.

No primeiro ônibus, que havia partido de Foz do Iguaçu, foram apreendidos 1,2 quilo de cocaína escondido no interior de um aparelho de som. Dois homens, de 46 e 26 anos, foram detidos. Além da droga, foram apreendidas uma balança digital e uma sacola com brinquedos, roupas e tênis sem comprovação de origem.

No segundo ônibus, vindo de Alta Floresta (MT), uma mulher de 19 anos transportava 2 quilos de cocaína junto ao corpo do filho, de 3 anos. A droga estava escondida por um cobertor. Um casal foi preso no local em que a mulher entregaria o entorpecente.

Os detidos estão sendo ouvidos na Superintendência da Polícia Federal em Porto Alegre. A criança permanecerá sob cuidados do Conselho Tutelar.

Fonte: G1

CGU aponta prejuízo de R$ 153,2 milhões

A Controladoria-Geral da União (CGU) concluiu as auditorias realizadas em contratos de obras executadas pela Construtora Gautama com utilização de recursos federais. O órgão apontou prejuízos de R$ 153,2 milhões. Os trabalhos envolveram a análise de 21 convênios e contratos firmados para a realização de obras em vários Estados.

Para as obras auditadas, o volume de recursos liberados chegou ao total de R$ 420,3 milhões, o que significa dizer que os prejuízos representaram aproximadamente 36,5% dos recursos liberados. As auditorias da CGU serviram de subsídio para as denúncias feitas ontem pelo Ministério Público, a partir da chamada Operação Navalha, desencadeada pela Polícia Federal.

Os auditores da CGU constataram que as irregularidades encontradas, na maioria dos casos, foram similares. De acordo com o órgão, havia um modus operandi constante: os planos de trabalho dos convênios eram aprovados sem o detalhamento necessário; as licitações eram direcionadas para a Gautama e, após as licitações, firmavam-se contratos genéricos com definições imprecisas de serviços e quantitativos.

Além disso, durante a execução dos contratos, as medições apresentavam inconsistências e jogos de planilha e ocorriam subcontratações por preços significativamente abaixo dos orçados. Segundo a CGU, por fim, praticavam-se sobrepreço e superfaturamento de materiais e serviços, além de pagamentos por serviços não realizados.

Entre as obras da Gautama auditadas pela CGU estão a duplicação do sistema adutor do rio São Francisco (Sergipe); a ampliação do sistema de abastecimento de água do rio Pratagy (Alagoas); a barragem do Rio Preto (Distrito Federal); canal adutor Serra da Batateira (Bahia); projeto de irrigação para o assentamento de Três Barras (Goiás); e a execução do Programa Luz Para Todos (Piauí).

A obra que apresentou maior volume de prejuízo foi a duplicação do sistema adutor do rio São Francisco, em Sergipe. Os prejuízos nessa obra chegaram a R$ 78,4 milhões, em valores históricos. De acordo com a CGU, o ônus se deu, em conseqüência, principalmente, da prática de sobrepreço, facilitada pela restrição ao caráter competitivo e direcionamento da licitação em benefício da Gautama.

Para apurar a possível participação de agentes públicos federais no esquema, a CGU instaurou três Processos Administrativos Disciplinares (PADs) e analisa a possibilidade de instauração de outros sete.

Além disso, por conta das irregularidades encontradas nas auditorias, o ministro-chefe da CGU, Jorge Hage, declarou, em julho do ano passado, a inidoneidade da Construtora Gautama para contratar com a Administração Pública.

Fonte: Terra

Câmara acaba com segundo julgamento em condenação superior a 20 anos

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (14) projeto que altera o funcionamento do Tribunal do Júri e acaba com a possibilidade de um segundo julgamento. O projeto será enviado para sanção presidencial.

O texto aprovado pela Câmara acaba com a possibilidade de um segundo julgamento quando há condenação por mais de 20 anos pelo Tribunal do Júri. Se sancionado, o projeto entra em vigor em 60 dias. A nova regulamentação pode influir no julgamento de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados pela morte da menina Isabella. Eles devem ser julgados por um Tribunal do Júri.

Foi desse benefício que se utilizou o fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, acusado do assassinato da missionária norte-americana Dorothy Stang. Ele foi absolvido na semana passada depois de ter sido condenado a 30 anos de prisão no primeiro julgamento.

O projeto aprovado na Câmara também reduz a duração do processo. Atualmente há três audiências antes do julgamento para a instrução do processo. Pelo novo texto, haveria apenas uma audiência, na qual todas as provas serão produzidas.

A Câmara reduz também as possibilidades de adiamento do julgamento. Com a proposta aprovada, o adiamento só aconteceria em casos considerados excepcionais, e o réu poderia ser julgado mesmo se não comparecesse à sessão.

Fonte: G1

Salário de brancos e negros deve se igualar em 32 anos, diz Ipea

Um dos fatores principais da desigualdade entre grupos raciais no Brasil é a desigualdade de renda, conforme aponta levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado nesta terça-feira (13). Seriam necessários 32 anos até que brancos e negros tivessem, em média a mesma renda.

Segundo o levantamento, nos últimos cinco anos houve, pela primeira vez, uma tendência de redução dos diferenciais raciais na renda. Desde 2001 até o momento atual, houve uma redução nas desigualdades.

Conforme aponta o Ipea, o motivo é a implantação de políticas públicas e sociais, que beneficiam imensamente a população negra, uma vez que 80% da população mais pobre é composta de negros e 80% da população mais rica é composta por brancos.

A menor renda dos negros brasileiros acarreta uma série de conseqüências, desde a dependência de serviços educacionais e de saúde fornecidos pelo estado até a moradia em áreas que não têm condições de saneamento e urbanização adequadas.

Um sistema de seguridade social universal, acesso à educação universal e instituições que garantam um bom desempenho do mercado de trabalho para todos são importantes para reduzir a desigualdade racial, mas não são suficientes para reduzir a desigualdade no futuro.

Fonte: G1

Mulher acorda com ladrão nu em sua cama

Uma mulher malaia pensou que estava tendo um pesadelo ao descobrir que um homem nu em sua cama era um ladrão, e não seu marido, segundo a agência Reuters.

A empregada doméstica de 36 anos dormia e, ao acordar, pensou que o marido estivesse ao seu lado na cama, mas estranhou a camiseta em seu rosto. Quando ouviu sua voz, assustou-se e saiu do quarto.

Ela teve certeza do engano quando viu o marido dormindo no sofá. Quando ela gritou, o ladrão fugiu por uma janela, levando os objetos roubados.

Fonte: Terra